segunda-feira, 18 de dezembro de 2006

Zé Alberto!



sortilégio

vês afinal tudo acabou
com o mesmo mistério
em que nasceu um dia

como folha que o outono levou
para o cemitério
da poesia
(José Alberto Miranda Boavida)

Para os Lados de Sintra ficam muitas saudades...

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6 Comments:

At 00:01, Anonymous ruca said...

para os lados de sintra... de lisboa...e da idanha.

Quando morrer, o seu fado
Será sentido e lembrado
P´lo mundo de bouca em boca
Ficará como padrão
Marcando a recordação
Da sua existência louca.

Sempre que o ouvir cantar
Ha-de sentir ressoar
Pedaços do seu passado
Pedaços de si voando
Dos versos que foi espalhando
Pelas letras do seu fado

 
At 02:00, Anonymous Anónimo said...

Foi ao final da tarde
com o sol de inverno a esconder-se
ao fundo mal se via a paisagem
que tantas vezes o amigo contemplou.
Mas foi assim na Idanha que o viu nascer e que o viu partir
até um dia amigo ZÉ ALBERTO
fica a saudade das longas converssas e do copo de vinho que sempre nos acompanhou.

 
At 13:41, Anonymous Rosário Boavida said...

Acho que não conheço quem escreveu isto, mas agradeço muito a homenagem feita ao meu pai.

 
At 12:25, Anonymous Rita said...

Olá Rosário,
De facto não nos conhecemos, mas fico contente por ter gostado da minha pequena, mas sentida homenagem.
Conheci o seu pai há cerca três anos por intermédio de amigos comuns. Era uma pessoa que eu admirava muitíssimo! Era um grande homem e falava dos filhos com um imenso orgulho!
Eu também tenho muito orgulho em ter privado com ele e nunca o vou esquecer!

 
At 18:15, Blogger joana said...

É sempre bom encontrar o nome do meu pai na Internet tratado com tanto carinho... Aqui fica mais uma homenagem...

Pai

Das maos escuras
Da voz marcante
Das pestanas longas
E do silencio errante

Dos fonemas
Dos ditongos
E do teorema imenso
De quem somos

Das horas intensas
E dos angulos rectos
Das silabas densas
E dos amores incertos

Dos sete filhos
De lendas e contos
Da saudade em rastilho
De mim... ao teu encontro


Joana Boavida
19 de Dezembro de 2006

 
At 01:24, Anonymous Anónimo said...

Dezembro... mais um
Dezasseis... um!!
Um ano.
Tão rápido...
365 dias a lembrar e relembrar o Nosso Poeta, o Nosso AMIGO, o meu Afilhado.
Ele Lá, nós cá...continuamos e continuaremos SEMPRE JUNTOS
RIP

 

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